sábado, 2 de junho de 2012
Os rumos teológicos da Betesda - Ricardo Gondim
sexta-feira, 2 de março de 2012
Lembrando Milton Schwantes
Obrigado Milton Schwantes, suas contribuições nos direcionaram ao estudo teônomo, ao academicismo, mas também à comunidade, às gentes latinas, ao ser humano.
Thiago Barbosa
domingo, 12 de fevereiro de 2012
A VIDA NOS LIVROS - É assim a vida com os livros:
é vento que acaricia o rosto livre
é voo que guia aos sem destino
é vida que vem e que vai nas palavras
é o saber daquilo que não se sabe;
é o destino que escreve a alma humana
é a alma que acalenta a esperança
é esperança que, teimosa, insiste em dar graça
é Graça que teima em resistir
é o saber que bate à porta e liberta
que enumera as possibilidades que se apresentam
que refaz a vida das migalhas
é palavra que acalenta
é vida que teima em seguir
e quando segue e finda, ainda há o que viver.
(Thiago Barbosa)
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Jorgen Moltmann em visita ao Centro Loyola de Fé e Cultura
O áudio realmente não está muito bom, mas vale sempre o esforço da audição para apreendermos daquele que é, provavelmente ao lado de Leonardo Boff, um dos magistrais teólogos sistemáticos ainda vivos.
Thiago Barbosa
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
domingo, 31 de julho de 2011
Osvaldo Luis Ribeiro - última aula na FABAT
Ah Osvaldo, saudades de suas aulas. Saudades do cumprimento de seu ministério formando o meu.
Abraços.
Thiago Barbosa
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Apontamentos interessantes que aproximam o Cristianismo e a astrologia
Vale sempre a pena conferir e, depois, tomar opinião.
Thiago Barbosa
quarta-feira, 20 de julho de 2011
CRISTIANISMOS - uma leitura sobre a tolerância religiosa
Thiago Barbosa
terça-feira, 19 de julho de 2011
FUNDAMENTALISMOS
O Crente E O Cachaceiro
Caju & Castanha
Para o povo Brasileiro
Uma diferença que tem
Do crentre pro cachaceiro [2x]
O crente vai pra igreja
Levando a bíblia na mão
No coração vai a fé
No juízo a salvação
Sempre esperando Jesus para partir com o irmão
Cachaceiro sai de casa
levando o vício na mente
Um tiragosto no bolso
todo metido a decente
Volta conversando só e catingando a aguardente
Quero ouvir você contar
Para o povo Brasileiro
A diferença que tem
Do crentre pro cachaceiro
Quando crente vai a praia
Fica todo agoniado
Por que na praia se vê
Bumbum andando pelado
E quem é crente não gosta
Que é um pecado danado
O cachaceiro não gosta de perder tempo em igreja
Por que lá não tem cachaça
Nem sai Whisky em bandeja
Também não tem misturada
Nem conhaque, nem cerveja
Quero ouvir você contar
Para o povo Brasileiro
A diferença que tem
Do crentre pro cachaceiro
O crente não dá valor
A quem vive na batucada
Não gosta de carnaval
Nem forró e nem lambada
Por que no céu não existe
Essa grande palhaçada
O cachaceiro não gosta
De quem vive se orgulhando
Dizendo que Jesus Cristo
Qualquer dia tá voltando
E o pastor da igreja
Cada vez mais enricando
Quero ouvir você contar
Para o povo Brasileiro
A diferença que tem
Do crentre pro cachaceiro
Crente diz que cachaceiro
Não é um homem moderno
Que quem bebe no verão
Também bebe no inverno
E quem morre de cirrose
Vai direto pro inferno
Cachaceiro diz que o crente
Gosta muito de julgar
Olhar a vida dos outros
Sem Jesus autorizar
Só o crente quer tá certo
E desse jeito não dá!
Quero ouvir você contar
Para o povo Brasileiro
A diferença que tem
Do crentre pro cachaceiro
Crente não gosta de bêbado
Acha isso uma feiura
Diz que bêbado é inxirido
Gosta de contar bravura
E quem gosta de cachaça
Não gosta de escritura
Cachaceiro diz que o crente
Nunca pode ter valor
Crente pobre anda apé
Pra imitar o senhor
E se vende qualquer coisa
Paga imposto ao pastor
Quero ouvir você contar
Para o povo Brasileiro
A diferença que tem
Do crentre pro cachaceiro
Eu não gosto de cinema
Nem assisto futebol
Não dou valor a novela
E nem creio em catimbó
E eu gosto é de ler a bíblia
De gravata e paletó
Pois fique na sua igreja
E deixe eu me divertir
Não fale da minha vida
Que eu também não vou aí
Por que quando eu for pro céu
Lá não quero discutir
Quero ouvir você contar
Para o povo Brasileiro
A diferença que tem
Do crentre pro cachaceiro
Amigo tome um conselho
Abandone essa cachaça
Vá orar numa igreja
Pra sair dessa desgraça
Deixe de ser vagabundo
Que a cirrose lhe ameaça
Irmão quero lhe dizer
Eu sei que o senhor é crente
Não me chame vagabundo
Que senão fico valente
Larga essa escritura
E vamos tomar aguardente
Quero ouvir você contar
Para o povo Brasileiro
A diferença que tem
Do crentre pro cachaceiro
VocÊ sabe que eu sou crente
E jamais vou aceitar
Pode seguir seu caminho
Que eu também vou viajar
Eu acho que esse assunto
Já tá é bom de encerrar
Já que o irmão vai embora
Eu também vou me mandar
MAs lhe peço por favor
VAmos ali em um bar
Se o irmão não pagar duas
Deixe que eu posso pagar
Quero ouvir você contar
Para o povo Brasileiro
A diferença que tem
Do crentre pro cachaceiro
Você é um cachaceiro
E no céu não pode entrar
Jesus não gosta de bêbado
Que bebe pra se mostrar
Lá no céu só entra os crente
Os pinguço vão ficar
O irmão tá enganado
O céu é pra todo mundo
Se no céu tiver cachaça
Lá também tem vagabundo
Então eu vou beber fiado
E vou passar cheque sem fundo
Quero ouvir você contar
Para o povo Brasileiro
A diferença que tem
Do crentre pro cachaceiro
No céu não existe bar
E nem banco com dinheiro
Lá no céu existe a paz
Para o cristão verdadeiro
Lá não entra criminoso
Nem ladrão nem cachaceiro
Irmão lhe peço desculpas
Sei que um dia vou morrer
MAs quando tiver pertinho
Eu vou deixar de beber
Vou pedir perdão a deus
E lá no céu vou viver
Quero ouvir você contar
Para o povo Brasileiro
A diferença que tem
Do crentre pro cachaceiro [5x]
Thiago Barbosa
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Roda Viva com Leonardo Boff
Thiago Barbosa
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Jared Diamond - As sociedades que entram em colapso.
Thiago Barbosa
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Rauzito: evidenciando o evangelho de Judas Iscariotes?
"Essa descoberta espectacular de um texto antigo, não-bíblico, considerada por alguns especialistas como um dos mais importantes jamais descobertos nos últimos 60 anos, estende nosso conhecimento da história e das diferentes opiniões teológicas do início da era cristã", esclarece Terry Garcia, um dos responsáveis da revista estado-unidense National Geographic. Presume-se que o original, provavelmente escrito em grego, seja datado do início do século II.
A existência do Evangelho de Judas havia sido atestada pelo primeiro bispo de Lyon, São Irineu, que o denunciou em um texto contra as heresias na metade do século II. O bispo teria explicado neste documento que, segundo a sua opinião, nos tempos dos apóstolos aconteceram diversas tentativas de se espalhar o erro e perturbar a união dos cristãos, e que alguns faziam-se passar por convertidos, exclusivamente para disseminar doutrinas contrárias a da Fé Apostólica.
Irineu também comentou a existência de uma seita gnóstica chamada de Cainitas, cuja crença era baseada no princípio que o mundo material é imperfeito, tendo sido criado não por um Deus Supremo e sim por uma inteligência criadora inferior a este. Além de Irineu, Epifânio, bispo de Salamina, também argumentou sobre a existência desse manuscrito no ano de 375 dc.
Elaine Pagels, professora de Religião na Universidade de Princeton e uma das grandes especialistas mundiais sobre os Evangelhos gnósticos, considera que "a descoberta surpreendente do Evangelho de Judas, bem como daqueles de Maria Madalena e de diversos outros documentos dissimulados durante quase 2000 anos, modifica nossa compreensão dos primórdios do cristianismo. Essas descobertas erradicam o mito de uma religião monolítica e mostram o quanto o movimento cristão era realmente diversificado e fascinante no seu início".
Thiago Barbosa
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Daniel Dannett e os pensamentos infecciosos
Thiago Barbosa
Steven Pinker e o mito da violência
Thiago Barbosa
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Entre Rick Warren e Daniel Dannet
O pastor Rick Warren é fundador da Saddle Back Church na Califórnia e autor do best-seller Uma Vida com Propósitos, que pré-vendeu 500 mil cópias antes de ser lançado.
Em razão do sucesso do livro, Rick Warren abriu mão de ganhar salário da igreja.
Daniel Clement Dennett (Boston, 28 de março de 1942) é um proeminente filósofo estadunidense.
As pesquisas de Dennet se prendem principalmente à filosofia da mente (relacionada à ciência cognitiva) e da biologia. Dennett é ainda um dos mais proeminentes ateus da actualidade.
Para Dennett, os estados interiores de consciência não existem. Em outras palavras, aquilo que ele chama de "teatro cartesiano", isto é, um local no cérebro onde se processaria a consciência, não existe, pois admitir isto seria concordar com uma noção de intencionalidade intrínseca. Para ele a consciência não se dá em uma área especifica do cérebro, como já dito, mas em uma sequência de inputs e outputs que formam uma cadeia por onde a informação se move.
Um dos livros de Dennett é A Ideia Perigosa de Darwin.
Thiago Barbosa
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Exorcismo: a luta contra o mal
Thiago Barbosa
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Roberto Cabrini e a fenomenologia da religião
Segundo o professor de fenomenologia Antônio Mendonça, “a fenomenologia da religião pode ser vista num duplo sentido: uma ciência independente, com suas pesquisas e publicações, mas também como um método que faz uso de princípios próprios”10]. A intenção deste texto é apresentar a fenomenologia da religião como método de pesquisa e, enquanto tal, William Paden a define como “o estudo das coisas em seus aspectos observáveis, contrapondo-se à sua causalidade”11]. Ou seja, é o estudo das causas religiosas através da observação das suas manifestações. Entretanto, a questão da causalidade é um pouco controversa. Assim, preferimos trabalhar com o conceito de idéias. Por trás das manifestações religiosas existem idéias que determinam o real significado da experiência para aquele que a experimenta.
Ângela Bello, professora de historia da filosofia em Roma, usa o termo “fenomenologia arqueológica”12] para se referir a esse esforço em busca das idéias por trás dos fenômenos. Para ela, a fenomenologia é uma investigação regressiva que permite escavar no interior da consciência individual e coletiva, até alcançar o significado real da experiência religiosa. A análise fenomenológica é como o trabalho do arqueólogo. A partir de uma pequena evidência que aparece no solo, ele escava até descobrir grandes fósseis escondidos sob os seus pés. Os fenômenos ou manifestações religiosas são apenas pequenas evidências que se mostram. Cabe ao fenomenólogo intuir através delas até alcançar o seu significado mais profundo. Detrás de cada fenômeno há uma idéia, um significado. É essa idéia que a fenomenologia procura compreender. A pergunta mais básica no estudo fenomenológico é: “qual idéia cultural está por trás de cada fenômeno?” ( acessado em:http://instituto.antropos.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=549&Itemid=73 - 26/10/2010)
A experiência é a forma básica de aquisição de conhecimento. Nada chega ao nosso intelecto sem causar uma experiência pessoal, quer seja empírica ou existencial. A experiência existencial pode ser física, social, moral, metafísica ou religiosa. Assim sendo, a religiosidade está intimamente relacionada com a experiência, no caso, com o sagrado.
[10] Fenomenologia da Experiência Religiosa. In: CASTRO, Dagmar Silva Pinto de & Outros. Fenomenologia e Análise do Existir. São Bernardo do Campo: UMESP, 2000. p.142.
[11] Interpretando o Sagrado. São Paulo: Paulinas, 2001. p.135.
Thiago Barbosa
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
A LIGA - Os vendedores de ilusões.
Thiago Barbosa